Precisando de tempo??
É uma loucura imaginarmos que já estamos chegando em dezembro de 2015. O tempo passa em um respirar e acabamos por nem perceber os pequenos detalhes da vida.
Tudo acontece rápido e tudo é pra ontem, como se fossemos abrir os olhos, piscar e fechá-los para sempre.
Respira... Calma... Pense...Respira de novo.
Não podemos nos afogar em informações, consumismo exagerado e muito menos em solidão. Esse mundo louco de correria, nos afasta de nós mesmos, da família, filhos e amigos.
Pensando cá com meus botões, fico imaginando na época de minha avó, onde água tinha que buscar na bica, luz era só de lampião e telefone não existia; o contato se quisesse era por carta e ainda era bem difícil ir até à cidade para escrever e enviar a correspondência.
Atualmente, temos um acesso fácil à todo e qualquer tipo de comunicação com o outro, interação com o mundo e estamos o tempo todo ligados e conectados à tudo e à todos. Sabemos de tudo, vemos tudo, escutamos tudo e sentimentos tudo. Mas, até que ponto isso é bom?
Pais e filhos se comunicam virtualmente muito mais, do que fisicamente. Muitos não entendem o poder de um abraço, a força de um olhar sincero de acalento e muito menos a magia que existe em um sorriso.
Crianças não sabem o que é brincar com bolinhas de gude, bonecas de pano, ou até mesmo fazer massinha de trigo. Subir em árvores e pular amarelinha, são coisas que hoje em dia, estão quase em extinção. As crianças vivem num mundo tão tecnológico que só buscam cada vez mais essas facilidades.
Não sou contra, não. Muito pelo contrário, a tecnologia veio para somar à nossa vida, mas assim, como tudo que é demais, tecnologia usada de forma exagerada, também não faz bem.
Na ânsia de estarmos conectados, nos matamos. Nos matamos no trânsito quando estamos ao celular, nos matamos de canseira ao ficar até de madrugada nos aplicativos que gostamos e acabamos por matar, a naturalidade da convivência física e real com pessoas que amamos. Estamos perto e ao mesmo tempo longe. Corremos em busca de sucesso, de dinheiro, de felicidade. Mas, você já parou pra pensar que o fato de respirarmos, já é uma forma de felicidade que não damos valor?
Pessoas acreditam que felicidade é ter coisas, TER, TER e TER.....mas de que adianta termos tudo, e não termos sossego na mente agitada, não termos paz pelos bens materiais que temos, não termos felicidade por estar doente e não termos cura. A sociedade está desenfreada e eu acredito que está em nossas mãos a mudança do mundo. Que possamos SER....ser mais responsáveis com ações, amáveis em atitudes e que possamos acreditar que Somos a Mudança!
Não podemos deixar nossos filhos e netos se perderem no consumismo e nem no mundo virtual.
Que tenhamos força e coragem para lutar e tentar buscar um mundo com mais tempo. TEMPO de Amor, de Paz, Beijos, Abraços, Sorrisos, Olhares, Sinceridade e Doação!!!
Beijos a todos vocês que fazem dos meus dias, melhores!!!
sábado, 28 de novembro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Campanha Outubro Rosa em Limeira
Prevenção é o melhor remédio contra o câncer de mama
A 5ª edição da Campanha Outubro
Rosa foi lançada em 17 de setembro de 2015, pela Alicc (Associação
Limeirense de Combate ao Câncer), em parceria com a Secretaria Municipal de
Saúde e a Santa Casa de Limeira. A
abertura da campanha aconteceu no auditório do COL (Centro de Oncologia de
Limeira) com a presença de autoridades, diretorias da Santa Casa e da Alicc e
voluntárias da Patologia Mamária da Associação.
A Campanha OutubroRosa teve início nos anos 90 nos Estados Unidos e logo conquistou o mundo
com o símbolo do laço cor de rosa.
Outubro é o mês
internacional de prevenção ao câncer de mama. Intitulada esse ano “Para
todas as Marias” a campanha visa alertar as mulheres para o diagnóstico precoce
do câncer de mama e dar um tratamento igualitário a todas as
mulheres que lutam contra a doença.
A previsão para 2015 é que sejam realizados 3 mil exames de mamografia gratuitos na Santa Casa. O
cadastro para a realização do exame deve ser feito, até o fim de outubro, na
Alicc, com RG/CPF/Cartão do SUS e comprovante de residência, de segunda a
sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h30 às 16h.
Ainda em pleno século 21 as pessoas têm medo de realizar o
exame e descobrir a doença. A procura maior pelo exame de mamografia em Limeira acontece em outubro por conta da campanha.
As mulheres, a partir dos 35 anos, devem se
submeter ao exame de mamografia uma
vez por ano. Em casos da doença na família, o exame deve ser realizado antes
dessa idade. Mulheres com próteses de
silicone devem realizar o exame. Para grávidas e lactantes, não é aconselhável
a mamografia, devido à alta
densidade das mamas nesse período. Porém, caso haja nódulo palpável, o exame
indicado é o ultrassom.
Os homens também correm o risco de ter câncer de mama, é preciso procurar o médico para a realização de
exames para o diagnóstico.
Além da mamografia,
a partir dos 21 anos o autoexame deve ser realizado mensalmente por todas as
mulheres, sete dias depois do início da menstruação. Quem está na menopausa
pode eleger um dia de cada mês para fazer o exame. Veja como realizar o
autoexame:
Em pé na frente do
espelho, levante o braço, observar alterações de contorno, retrações ou lesões
nos mamilos, depressões ou saliência e rugosidade.
Palpe também a axila, pescoço e aperte o mamilo.
Deitada, coloque um travesseiro embaixo do ombro esquerdo e com
a mão direita apalpe a mama esquerda e depois do outro lado.
Faça movimentos circulares suaves apertando levemente com as pontas dos dedos toda a mama.
Faça movimentos circulares suaves apertando levemente com as pontas dos dedos toda a mama.
Fonte: Alicc (Associação Limeirense de
Combate ao Câncer).
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
A Vida é um Instante!!!
Oi gente!!!
Tudo bem com vocês?? Quantas saudades!!
Faz um tempinho que não escrevo no blog, a vida corrida e os dias cheios de tribulações, juntando com alguns dias de férias em outro estado, acabaram por me fazer "esquecer" de passar por aqui.
A última postagem em rascunho que escrevi, foi sobre a morte do cantor Cristiano Araújo e a namorada dele, Allana Moraes.
Uma breve reflexão sobre a vida e a morte.
Boa leitura pra vocês!!!
Dia 24 de junho parei um pouco para pensar na vida e refletir sobre a morte. Trabalho com comunicação, falo o tempo todo, exponho ideias e ideais e querendo ou não, sou formadora de opiniões.
Com a morte do cantor Cristiano Araújo e da namorada dele Allana Moraes pegando a gente que trabalha nesse meio, de surpresa, me deixou chateada e comovida. Não por ele ser famoso, cantar bem ou mal, mas, por duas vidas terem sido ceifadas de uma forma bruta. Pessoas que tinham sonhos, objetivos de vida e que, de certa forma, acabaram por cumprir a missão terrena tão rápido.
Chegou a hora? Sim, ao meu ver, chegou. Ninguém morre de véspera, ninguém vai embora sem ser o momento, o dia, a hora. Muito se falou sobre o acidente, em todas as redes, nas grandes redes televisivas chegaram a questionar o uso do cinto de segurança; percebemos que pelo estado do carro, não existiria sobreviventes. Por que então só os dois morreram?
Talvez a missão deles era nos deixar uma lição de vida, talvez não. Talvez cumpriram o planejado e voltaram à Pátria Espiritual porque chegou a hora, o dia, o momento e ponto final.
Todos nós estamos sujeitos à morte. Somos vulneráveis e sensíveis não sabemos o momento da partida. Podemos sair para nunca mais voltar.
E refletindo sobre isso, fica nítido que precisamos aparar arestas, resolver problemas e perdoar. Necessitamos perdoar e dizer que amamos os que nos são caros. Amar com todas as forças e fazer com que as pessoas saibam do nosso sentimento, que saibam o quanto são queridas!
O tempo da viagem terrena é curto pra quem morre, longo demais para quem espera respostas e na medida certa pra quem sabe que a morte é apenas uma passagem. A morte dói, a sensação de perder, incomoda; achamos muitas vezes que somos proprietários das almas que se vão. Não, não somos. Somos únicos, viemos sozinhos e retornaremos sozinhos.
E a separação por essa passagem não é dolorosa somente para quem fica, quem se vai também sente saudades, demora a aceitar a sua condição de espírito e devemos ter a consciência de que saudade sempre vai existir nos dois lados.
Que possamos ter mais tempo para nós, que possamos acreditar mais em pessoas que amamos e que tenhamos a certeza de que o retorno é essencial e o que aprendemos aqui, levaremos como lição para a eternidade.
Amem Mais, Perdoem Mais. Não esperem mais.
O momento é agora. A vida é uma breve estadia,
Tudo bem com vocês?? Quantas saudades!!
Faz um tempinho que não escrevo no blog, a vida corrida e os dias cheios de tribulações, juntando com alguns dias de férias em outro estado, acabaram por me fazer "esquecer" de passar por aqui.
A última postagem em rascunho que escrevi, foi sobre a morte do cantor Cristiano Araújo e a namorada dele, Allana Moraes.
Uma breve reflexão sobre a vida e a morte.
Boa leitura pra vocês!!!
Dia 24 de junho parei um pouco para pensar na vida e refletir sobre a morte. Trabalho com comunicação, falo o tempo todo, exponho ideias e ideais e querendo ou não, sou formadora de opiniões.
Com a morte do cantor Cristiano Araújo e da namorada dele Allana Moraes pegando a gente que trabalha nesse meio, de surpresa, me deixou chateada e comovida. Não por ele ser famoso, cantar bem ou mal, mas, por duas vidas terem sido ceifadas de uma forma bruta. Pessoas que tinham sonhos, objetivos de vida e que, de certa forma, acabaram por cumprir a missão terrena tão rápido.
Chegou a hora? Sim, ao meu ver, chegou. Ninguém morre de véspera, ninguém vai embora sem ser o momento, o dia, a hora. Muito se falou sobre o acidente, em todas as redes, nas grandes redes televisivas chegaram a questionar o uso do cinto de segurança; percebemos que pelo estado do carro, não existiria sobreviventes. Por que então só os dois morreram?
Talvez a missão deles era nos deixar uma lição de vida, talvez não. Talvez cumpriram o planejado e voltaram à Pátria Espiritual porque chegou a hora, o dia, o momento e ponto final.
Todos nós estamos sujeitos à morte. Somos vulneráveis e sensíveis não sabemos o momento da partida. Podemos sair para nunca mais voltar.
E refletindo sobre isso, fica nítido que precisamos aparar arestas, resolver problemas e perdoar. Necessitamos perdoar e dizer que amamos os que nos são caros. Amar com todas as forças e fazer com que as pessoas saibam do nosso sentimento, que saibam o quanto são queridas!
O tempo da viagem terrena é curto pra quem morre, longo demais para quem espera respostas e na medida certa pra quem sabe que a morte é apenas uma passagem. A morte dói, a sensação de perder, incomoda; achamos muitas vezes que somos proprietários das almas que se vão. Não, não somos. Somos únicos, viemos sozinhos e retornaremos sozinhos.
E a separação por essa passagem não é dolorosa somente para quem fica, quem se vai também sente saudades, demora a aceitar a sua condição de espírito e devemos ter a consciência de que saudade sempre vai existir nos dois lados.
Que possamos ter mais tempo para nós, que possamos acreditar mais em pessoas que amamos e que tenhamos a certeza de que o retorno é essencial e o que aprendemos aqui, levaremos como lição para a eternidade.
Amem Mais, Perdoem Mais. Não esperem mais.
O momento é agora. A vida é uma breve estadia,
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Comunicação: Trabalho X Estudos
Dando continuidade no post sobre minha vida universitária, quero dividir com vocês o meu dia a dia. Além da faculdade que eu adoro, tenho outras paixões como meus trabalhos, minhas flores e a família. Sim, trabalhos no plural, pois são vários. Trabalho na Rádio Estereosom onde apresento o programa Manhã +QD+ junto com o Cesinha e o Japão.
O programa é musical com muito entretenimento e prêmios e todos os dias, temos um tema diferente e a pergunta sobre o que o Japão tem no bolso. É bem legal e divertido. Os ouvintes participam através das redes sociais e o telefone. O horário do programa é das 8 às 11 horas. A produção do programa fica por minha conta, defino com os outros apresentadores o tema do dia, a receita da Débby entre outras atrações. Além disso as vezes produzimos vídeos para exemplificar o tema do dia, vários vídeos legais como esse aqui.
Além da rádio, trabalho em duas TV's a Rede Família e Rede TV IN, as duas possuem páginas no facebook e tem os vídeos disponibilizados no youtube,
Na Rede Família, eu trabalho no programa Versátil & Atual da apresentadora Flor Fernandez e apresento o merchandising do produto Plástica Natural da Eloísa Medina.
E na Rede TV IN, apresento o programa Estilo Mix, um programa de varejo com clientes diversificados que vão desde restaurantes até clínicas odontológicas e lojas de móveis. Na minha page do facebook tem vários vídeos pra vocês assistirem e aproveitem para curtirem a página também.
Além desses trabalhos que eu amo, tenho o Isca Faculdades onde curso Jornalismo. Fiz amigos, aprendo e me divirto, os professores são ótimos, cada um com a sua qualidade e forma de ensinar peculiar, mas que muito acrescentam em minha caminhada. Esse 3º semestre está bem corrido, principalmente agora que está quase terminando, não sei se por conta da correria do trabalho do dia a dia, ou pela quantidade de trabalhos para entregar, o bicho tá pegando, :) . Mas eu e as meninas Ananda Peres do blog Fiel Torcedor Alvinegro e a Giovanna Rovari vamos levando, assim como disse a Giovanna em seu último post, muitas vezes pensamos o porque iremos usar essa matéria ou aquela, mas automaticamente elas se fundem e vemos que verdadeiramente vamos precisar.
Já trabalho com comunicação há 15 anos, estou me especializando e buscando o melhor de mim para poder ser uma jornalista tão boa quanto os que eu admiro e acompanho como Fabiana Scaranzi, Sandra Annenberg, José Roberto Burnier, Eduardo Faustini entre outros.
Apesar da correria que essa vida acadêmica misturada com profissional e social traz, confesso que nada seria tão bom quanto esse momento que vivo. Muitas vezes quando paro e penso que não vou dar conta, respiro e espero, aí chega o dia, a hora e tudo sai como planejado.
A cada novo aprendizado vou ficando mais crítica com o que escrevo, leio, ouço e assisto. Com todas as grandes mídias que surgem a cada novo instante, a forma de se fazer e criar o jornalismo vai se diversificando e recriando jeitos para que a audiência não se perca.
E dentro dessa charge que é super real nos dias atuais, criei esse blog para a matéria de Multimídia na faculdade, mas não só por isso, principalmente para dividir experiências, novidades e contar um pouco sobre o dia a dia da comunicação dentro das áreas em que trabalho.
O programa é musical com muito entretenimento e prêmios e todos os dias, temos um tema diferente e a pergunta sobre o que o Japão tem no bolso. É bem legal e divertido. Os ouvintes participam através das redes sociais e o telefone. O horário do programa é das 8 às 11 horas. A produção do programa fica por minha conta, defino com os outros apresentadores o tema do dia, a receita da Débby entre outras atrações. Além disso as vezes produzimos vídeos para exemplificar o tema do dia, vários vídeos legais como esse aqui.
Além da rádio, trabalho em duas TV's a Rede Família e Rede TV IN, as duas possuem páginas no facebook e tem os vídeos disponibilizados no youtube,
Na Rede Família, eu trabalho no programa Versátil & Atual da apresentadora Flor Fernandez e apresento o merchandising do produto Plástica Natural da Eloísa Medina.
E na Rede TV IN, apresento o programa Estilo Mix, um programa de varejo com clientes diversificados que vão desde restaurantes até clínicas odontológicas e lojas de móveis. Na minha page do facebook tem vários vídeos pra vocês assistirem e aproveitem para curtirem a página também.
Além desses trabalhos que eu amo, tenho o Isca Faculdades onde curso Jornalismo. Fiz amigos, aprendo e me divirto, os professores são ótimos, cada um com a sua qualidade e forma de ensinar peculiar, mas que muito acrescentam em minha caminhada. Esse 3º semestre está bem corrido, principalmente agora que está quase terminando, não sei se por conta da correria do trabalho do dia a dia, ou pela quantidade de trabalhos para entregar, o bicho tá pegando, :) . Mas eu e as meninas Ananda Peres do blog Fiel Torcedor Alvinegro e a Giovanna Rovari vamos levando, assim como disse a Giovanna em seu último post, muitas vezes pensamos o porque iremos usar essa matéria ou aquela, mas automaticamente elas se fundem e vemos que verdadeiramente vamos precisar.
Já trabalho com comunicação há 15 anos, estou me especializando e buscando o melhor de mim para poder ser uma jornalista tão boa quanto os que eu admiro e acompanho como Fabiana Scaranzi, Sandra Annenberg, José Roberto Burnier, Eduardo Faustini entre outros.
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| José Roberto Burnier |
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| Fabiana Scaranzi |
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| Sandra Annenberg |
Ananda em seu último post sobre a faculdade disse que estava fazendo estágio em tv e agora foi para a rádio, algo bem legal, pois essa forma nos orienta e nos mostra caminhos diferentes na profissão. Isso é o nosso lado positivo, pois podemos aprender e trabalhar em diversas áreas da comunicação jornalística.
Apesar da correria que essa vida acadêmica misturada com profissional e social traz, confesso que nada seria tão bom quanto esse momento que vivo. Muitas vezes quando paro e penso que não vou dar conta, respiro e espero, aí chega o dia, a hora e tudo sai como planejado.
A cada novo aprendizado vou ficando mais crítica com o que escrevo, leio, ouço e assisto. Com todas as grandes mídias que surgem a cada novo instante, a forma de se fazer e criar o jornalismo vai se diversificando e recriando jeitos para que a audiência não se perca.
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Comunicação não é algo tão simples, em tempos que Redes Sociais são mais informativas que muitos jornais e muitas pessoas tem acesso, é preciso ter credibilidade e profissionalismo para escrever. Toda e qualquer pessoa pode lançar uma notícia, mas apenas quem tem o dom de comunicar de forma clara, séria e ágil vai se destacar e obter a audiência e a confiança de leitores, ouvintes e telespectadores.
E além disso o jornalismo requer um pouco mais de seriedade e um trabalho menos individualista nos dias de hoje, pois por mais que saibamos que o profissional precisa ser multifuncional, existe no jornalismo e nos meios que envolvem essa profissão, muitos outros profissionais que ajudam a desenvolver por exemplo um jornal impresso, um programa de tv, uma produção de rádio etc.
Um programa jornalístico não existe se não houver repórter, repórter cinematográfico, produção e técnicos para colocarem uma matéria no ar. Em um jornal impresso é o mesmo processo, precisa existir além do repórter, o redator, o diagramador e o editor e os profissionais para fazer esse jornal virar realidade.
E nessa profissão temos que ter a consciência extrema que jornalismo é sinceridade!
E por esse motivo eu escolhi essa profissão!!!!
E além disso o jornalismo requer um pouco mais de seriedade e um trabalho menos individualista nos dias de hoje, pois por mais que saibamos que o profissional precisa ser multifuncional, existe no jornalismo e nos meios que envolvem essa profissão, muitos outros profissionais que ajudam a desenvolver por exemplo um jornal impresso, um programa de tv, uma produção de rádio etc.
Um programa jornalístico não existe se não houver repórter, repórter cinematográfico, produção e técnicos para colocarem uma matéria no ar. Em um jornal impresso é o mesmo processo, precisa existir além do repórter, o redator, o diagramador e o editor e os profissionais para fazer esse jornal virar realidade.
E nessa profissão temos que ter a consciência extrema que jornalismo é sinceridade!
E por esse motivo eu escolhi essa profissão!!!!
sábado, 30 de maio de 2015
Novas Tecnologias Alteram o Jornalismo Tradicional e o Modo Como a Sociedade Lida com a Informação
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Com toda essa mídia gratuita que temos através das redes
sociais fica fácil a autopromoção e ativar ainda mais a busca constante por
informações de qualquer gênero. Jornalismo ficou fácil de ser exercido a partir
das mídias sociais, pois sempre alguém sabe de algum ou outro fato, porém a
credibilidade que deve ser autêntica na execução da notícia/matéria pode ser perder.
Acredito que com a evolução das redes sociais, a autopromoção
e o egocentrismo ganham aumento exacerbado de negatividade através daquilo que
se expõe. De certa foram esse individualismo não requer que o ser humano seja
isolado, mas sim, o que as atitudes criadas a partir dos interesses próprios de
cada um mostram com a divulgação de si.
Como exemplo: imagine se vários jornalistas sérios que obtém
toda a credibilidade começassem a se exibirem em redes sociais com condutas
imorais, como beber e dirigir entre outras situações – o que nos levaria a
pensar sobre determinado jornalista? Perde-se toda a credibilidade.
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| Imagem da Internet |
Em pesquisa na web encontrei um blog que cita Manuel Castells onde ele afirma que:
“O individualismo em rede constitui um modelo social, não uma coleção de indivíduos isolados. Os indivíduos constroem as suas redes, online e off-line, sobre a base dos seus interesses, valores, afinidades e projetos”.
O jornalismo nunca esteve tão exposto como agora. De todas
as gerações, essa do Século 21, vem criando e recriando novos modelos de se
fazer o jornalismo. A fórmula jornalística tradicional e intocável vem sofrendo
constantes modificações, desde a elaboração, a contextualização e concretização
do jornalismo em si.
Sabemos que na atualidade a sociedade vive direta e
constantemente conectada e por esse motivo temos um roll de “jornalistas” à
mostra, que querem divulgar a informação, a notícia ou qualquer fato que seja,
antes de todo mundo. Com isso ocorrendo, volto novamente a falar sobre a
credibilidade jornalística. Onde todos podem falar e escrever sobre tudo e
todos os assuntos, é possível haver credibilidade?
Pois bem, pesquisando sobre isso achei um texto de Jorge Furtado, diretor de
“O Mercado de
Notícias” que relata exatamente o que penso:
“O produto do jornalismo não é a informação, é a credibilidade. Mais do que nunca, precisamos de jornalistas, profissionais treinados e capacitados para separar o que é relevante do que não é, sem preconceitos, com honestidade intelectual para admitir erros e mudar de ideia. Passado o primeiro impacto do vendaval de informações produzido pela internet, o bom jornalismo vai sobreviver. E vai continuar indispensável. Sem ele, não há democracia possível”.
Diante dessa expressão, mesmo sabendo que na
contemporaneidade a informação pela internet ganha destaque, sempre prevalecerá
notícias dadas e divulgadas por sites, jornais, revistas, tv’s, blogs e rádios
que sejam assinadas por jornalistas que tenham propriedade para falar dos
assuntos abordados e que principalmente, tenham a credibilidade para manter o
jornalismo real e sério.
Credibilidade segundo o dicionário é tudo aquilo que é
confiável, verdadeiro e autêntico. Max Gehringer em um de seus comentários
na Rádio CBN, falou sobre credibilidade e afirmou que o sucesso depende da
credibilidade. (Ouça
aqui).
Exatamente pela falta de credibilidade onde qualquer pessoa
faz uso de redes sociais para propagar informações e notícias, fica claro que a
desconfiança no que se é lido ganha uma evidência cada vez maior. Qualquer
pessoa que tenha um nível de conhecimento e criticidade apurado, não irá
divulgar o que lê, pelo menos, não sem antes ter a certeza se é real.
Pessoas levam como verdade absoluta algumas “asneiras” que
leem na internet, o que acaba gerando uma informação negativa ou a
desinformação, pois nem todo mundo entende o que lê e vê, mas consome a
informação mesmo assim. Falando de Brasil, na maioria dos casos a notícia e/ou
informação é consumida via Facebook, o
aplicativo dispara com 83% dos acessos nacionais um número grande segundo a Pesquisa
Brasileira de Mídia 2015. Porém o aplicativo de menor acesso é o Twitter que obteve apenas 5% nas respostas,
talvez por ser popular entre formadores de opinião e pessoas com maior
intelectualidade nas avaliações de informações.
Esse é um dos motivos que não podemos acreditar que tudo que
é postado significa que é notícia. É preciso haver certa dúvida (que sabemos
que há), mas tem de haver sempre a curiosidade e o intuito de buscar a
realidade para validar o fato como uma notícia jornalística, e não ao contrário.
Se pensarmos em acessos jornalísticos e a busca por
informações, sabemos que os técnicos e engenheiros de tecnologia procuram criar
softwares mais desenvolvidos ao consumo de notícias e com maior facilidade no
seu funcionamento.
Aplicativos rápidos, de fácil acesso e que permitem o envio
quase que simultâneo do fato ganham cada vez mais espaço na sociedade conectada.
O Snapchat que vários usuários utilizam para o envio de fotos e vídeos ao mesmo
tempo, criou um novo programa chamado de Snapchat Discover já vem sendo usado
para divulgar conteúdos de grandes redes parceiras do aplicativo como CNN, National Geographic, Yahoo entre
outros. Snapchat Discover divulgou um vídeo no Youtube sobre a novidade e eu
compartilho com vocês.
E essa alta busca pela informação por todos os meios aumenta
inclusive a preocupação das grandes redes em manter uma edição exclusiva para
os dispositivos móveis incluindo uma diagramação vertical para smartphones.
Sendo assim, além do Snapchat ser uma ferramenta que pode
tomar o lugar de outros programas que já existem para tornar o jornalismo mais
ágil, como Skype, vídeo chamada e outros aplicativos, novas tecnologias irão
chegar com diferentes conceitos de multimídia para facilitar ainda mais o
trabalho do jornalista.
Acredito que o jornalismo nunca morrerá, haverá mudanças e
será cada vez mais executado e criado em cima do imediatismo e o melhor de
tudo, é que a tecnologia nos fará ter acesso a toda e qualquer informação real ou não, mas
caberá a nós jornalistas, formadores de opinião e críticos validarmos ou
não, a informação que recebemos.
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segunda-feira, 25 de maio de 2015
Cabelos Bonitos no Inverno
Leitoras (es) da Minha Vida!!!
Que tal dicas especiais de cuidados com os cabelos??
Para começar a semana bem resolvi fazer esse post para ajudar vocês!!
Sabemos que as madeixas no inverno ficam mais destruídas, pois uma série de fatores fazem isso acontecer. Portanto, pensando nisso pedi para a cabeleireira Ana Zambuzzi que é amante de cabelos saudáveis e assistente técnica da Itallian Color nos dar umas dicas especiais para os cuidados com o cabelos na temperatura mais gelada do ano.
Com a palavra - Ana Zambuzzi
"É no inverno que tomamos aqueles banhos mais quentes, a baixa temperatura acaba influenciando muito no sensorial e consequentemente observamos os cabelos ressecados e opacos, sem brilho."
"Uma estação com sua beleza, no entanto a pouca incidência dos raios solares que estimulam a melanina dos fios e no ciclo de crescimento, fazem com que os fios caem mais que o normal e os deixem sem vida.
E aí o secador e a chapinha tornam-se os grandes vilões, entram em cena tirando tudo que resta de bom no cabelo.
Para ajudar vocês leitoras, seguem algumas dicas:
1. EVITE ÁGUA QUENTE
A água quente tem a capacidade de desidratar os fios, aumentar a queda e provoca uma descamação do couro cabeludo que pode ser confundida com caspa. Utilize sempre água MORNA!
2. HIDRATAR SEMANALMENTE
Utilizando produtos de qualidade e adequados para o seu tipo de cabelo é uma ótima opção para manter os fios saudáveis no inverno.
Faça uma limpeza profunda dos fios para retirar as impurezas em seguida hidrate. Se preferir procure um salão de beleza.
3. Na lavagem experimente MASSAGEAR O COURO CABELUDO, você estará ativando a circulação sanguínea e a oxigenação acelerando o crescimento dos fios.
4. NÃO DORMIR COM OS CABELOS MOLHADOS
Além da umidade, os cabelos ficam fracos e quebradiços. E tornando um ambiente propicio a proliferação de fungos e bactérias.
5. Se for usar O SECADOR
Não esqueça de passar um bom protetor térmico antes de iniciar a secagem ou escova, pois o calor liberado pode enfraquecer e danificar ainda mais a fibra capilar.
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| Ana Zambuzzi - cabeleireira |
Atualmente, a indústria de cosméticos vem investindo muito em produtos tecnológicos. Já temos shampoo a seco, condicionadores leave-in sem enxágue e muitos outros para cada tipo de cabelo."
Ana Zambuzzi é uma grande parceira do nosso blog e vem se destacando cada vez mais nos meios de beleza!!! E se você quiser mais dicas volte ao nosso blog.
Beijo amorecasss
terça-feira, 19 de maio de 2015
HER: A Tecnologia Aliada às Escolhas
Her é um filme de comédia
dramática que mistura ficção científica e romance. Foi escrito em 2013, dirigido e produzido por
Spike Jonze. A obra
cinematográfica conta a história de Theodore Twombly, um escritor solitário
vivido pelo ator Joaquim Phoenix que está recém separado de sua amada esposa e
que por conta disso decide comprar um Sistema Operacional
de última geração para o seu computador. Theodore, durante a instalação de seu
novo programa no computador fica surpreso ao perceber que a voz do seu Sistema Operacional
tem um nome e uma identidade feminina. Samantha (este o nome do sistema Operacional com voz de Scarlett Johansson) passou então
a fazer parte da vida de Theodore e ser sua companhia constante. Theodore
escrevia cartas românticas para pessoas que o contratavam para isto, e tinha um sonho de publicá-las em um livro.
imagem de internet
Após a separação, Theodore
se viu em uma solidão sem fim e com o surgimento do SO Samantha ele percebeu
que a vida poderia ser mais colorida com a “presença invisível” do programa de
computador, criando assim uma interação muito maior com a máquina através dos
fones de ouvido nas 24 horas do dia. E isso acabou se transformando em paixão, se é que
podemos dizer assim – ao meu ver, virou uma dependência. Mesmo porque a solidão
que Theodore sentia não terminou, ela simplesmente diminuiu por ele se sentir
atraído pela voz do sistema operacional e fazer disso algo importante para seus
dias.
imagem de internet
A exemplo de Theodore, a vida de milhares de pessoas no filme passou a ser vivida de forma virtual, com atitudes
reais, mas levando tudo para o mundo virtual. E o Sistema Operacional Samantha
interagia com milhares de pessoas ao mesmo tempo, inclusive com “novos
relacionamentos”, e como isso pode acontecer? Theodore sabendo disso, sentiu
ciúmes. Se pensarmos é difícil imaginar
que uma identidade de programa de computador possa se envolver com pessoas e o
pior, causar nessas pessoas um sentimento de afeto.
Óbvio que num futuro
próximo isso não seja tão difícil de acontecer, pois hoje em dia já vemos
pessoas conectadas o tempo todo em todos os lugares; bares, restaurantes,
igrejas, ambiente de trabalho e reuniões familiares, o que ocasiona uma vivência
muito maior no mundo virtual do que no real. E em muitas oportunidades os
casais se falam muito mais no virtual do que quando estão juntos pessoalmente.
Crianças nascem multi
conectadas pois já sabem que se tocarem na tela do celular algo vai acontecer.
E nessa crescente parte da multimídia, as crianças e adultos do futuro poderão vir a perceber ou achar que o mundo real não é tão interessante quanto o
virtual. Claro que na realidade ninguém
vai querer ter um relacionamento amoroso com uma máquina, mas se pensarmos
daqui 20 ou 30 anos, poderemos ver isso acontecer, pois cada vez mais as
pessoas estão hiper conectadas e cada vez mais introspectivas. Não é fácil de pensar e nem simples de imaginar
como funcionaria o amor entre o ser humano e a máquina. Analisando a constante seletividade de
companhia física que existe hoje, possivelmente o comportamento anti-social irá imperar e
isso deixará as pessoas cada vez mais sozinhas. Conectadas virtualmente e
solitárias fisicamente.
Inter relacionada com o
filme, a Cibercultura
toma proporções gigantescas em todas as gerações. Segundo Pierre Lévy, as novas
formas de comunicação que chamam atenção e que produzem potencialidades
positivas nos meios econômicos, políticos, cultural e humano fazem parte da
cibercultura.
No filme, com uma falha e
um pequeno problema Samantha se vai para
sempre, ou seja, deixa de existir para que, dê lugar a outro
sistema operacional mais potente tanto em multifuncionalidade quanto em
agilidade. Com isso, Theodore precisou voltar a viver ativamente o mundo real. Theodore
precisou voltar para a vida, onde a tecnologia ajuda, mas ainda não consegue
definitivamente substituir relacionamentos físicos reais.
Pierre Lévy, na
cibercultura, acaba reconhecendo que as técnicas não determinam nem a salvação e
nem a perdição do homem. As escolhas das ações são livres e de responsabilidade
do homem em si.
Pierre Lévy (imagem de internet)
E pra quem ainda não
assistiu, veja agora uma pequena prévia no trailler oficial de Her.
domingo, 17 de maio de 2015
Jornalismo e as Novas Tendências
O jornalismo nos últimos
anos vem ganhando cada vez mais destaque e cresce de forma exorbitante com as
novas fórmulas de comunicação visual e virtual. No mundo onde a informação está
em alta, uma forma prática de se “mostrar” a notícia é apontando dados e
estatísticas com infográficos. Mas de que forma se faz isso? De que forma se
reporta uma matéria jornalística exemplificando?
Pois bem, hoje em dia é
mais fácil e útil a informação exemplificada do que a notícia dada de forma
séria e quadrada como antigamente. O jornalismo antiquado não tem o mesmo alcance
do jornalismo leve e interativo atual. Até os grandes meios de comunicação como
os jornais The Guardian que criou o Datablog, Washington Post com o Wonkblog
e até o New York Times resolveram aderir à forma prática de simplificar a
notícia através do The Upshot.
Explicando: The Upshot ou
Data Driven é uma programação desenvolvida por softwares que inserem dados,
números e linhas como forma de interpretação de algo através de infográficos.
The Upshot é o jeito fácil
de mostrar a notícia como ela é sem dar um nó na cabeça do leitor. Na página
virtual do New York Times fica fácil de ver e entender a função do The Upshot. Segundo o editor David
Leonhardt o principal objetivo do Upshot é “ajudar as pessoas a entenderem
temas complexos”.
E isso funciona tão bem que
muitos meios de comunicação nacionais e internacionais estão aderindo a essa nova
modalidade de divulgação da informação simplificada. O site Vox faz isso de um jeito compreensível com todos
os assuntos abordados.
No Brasil, várias revistas
e sites utilizam essa forma de comunicação de jornalismo explicativo. Em redes
de televisões brasileiras já se usa Upshot de forma criativa e interativa. Jornais como O Globo, Estadão, Folha entre
outros também fazem uso dessa forma de explicar a complexidade da notícia e
funciona plenamente para o entendimento aos olhos do leitor.
Navegando pela web procurei
um vídeo para poder interpretar melhor a função do Upshot. Tudo bem, eu sei que
se olharmos uma matéria impressa completada com gráficos, dados e imagens, saberemos exatamente do que se trata, e teremos a mesma forma de jornalismo
explicativo que nos faz cada vez mais ficar críticos ao ponto de querer mais e
mais informações desse tipo em todo momento.
Pois bem, achei um vídeo no Youtube que representa bem essa forma de explicar a informação de maneira clara.
Afinal de contas, é bem mais fácil ver uma informação e interpretá-la pelas
imagens do que ter que ler tudo para entender. Óbvio que muitas pessoas esperam
pelas informações visuais para interpretarem o que diz o texto, o que mais uma
vez ajuda o jornalista que escreve a matéria.
Um site bem legal que tem
tradução em português é o Visual Loop
que mostra em todas as matérias o que é jornalismo visual/explicativo. E pra
quem ainda não conhece, vale a pena, pois além de muitas formas de se usar o Upshot, existem matérias interessantes sobre vários assuntos que traduzem
diretamente o que queremos no jornalismo da atualidade.
Sendo assim, de certa forma
confirmamos que o velho jornalismo está perdendo cada vez mais espaço para o jornalismo
explicativo/interativo em todos os meios de comunicação.
sábado, 2 de maio de 2015
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sexta-feira, 1 de maio de 2015
Há 21 anos - O Herói de Todos os Tempos!!!
Me lembro muito das manhãs de domingo quando Ayrton Senna ganhava as corridas de Fórmula 1 e o Galvão Bueno gritava o jargão de todas as corridas: "Ayrton, Ayrton Senna do Brasil"!
Quanta saudade! Uma época onde realmente esse esporte foi valorizado por nós brasileiros e um piloto do Brasil teve o reconhecimento merecido. Tudo bem que tiveram outros pilotos que se destacaram, mas como Senna, nenhum outro no país.
Ayrton era de fato um ser humano diferente, eu era criança naquela época, mas gostava demais que vê-lo nas entrevistas, o vi no programa da Xuxa e em outros e tinha sempre a sensação de que ele era uma pessoa "espiritualmente" rara!
Nos domingos de manhã meu pai acordava cedo para assistir a corrida e a gente quase nunca prestava atenção no que estava acontecendo, mas bastava tocar o Tema da Vitória que a gente saía correndo de onde estivesse para gritar junto...."Ayrton Senna do Brasil"!
Quando Senna perdia não tinha muita graça, mas se ele estava no pódio a festa também estava garantida.
O "Rei da Chuva" como ficou conhecido pelas vitórias conquistadas nos dias chuvosos era um mito do esporte automobilístico mundial e se transformava quando vestia seu macacão e entrava no carro, onde parecia um ser um só, onde ele e a máquina se misturavam e faziam sem medo, manobras inacreditáveis para vencer os adversários. Uma história de sucesso que inclui 41 vitórias, 65 pole positions e 3 campeonatos mundiais na Fórmula 1.
Difícil falar do Senna e não sentir emoção e mais difícil ainda é ver algumas corridas, algumas homenagens e conseguir segurar o choro. Ayrton foi e é um Ídolo Inesquecível. Para a geração que o viu correr, o conheceu como o herói das pistas, ele sempre será imortal!!
No dia de sua morte em 1º de maio de 1994 eu estava assistindo e desde o início nos bastidores da corrida os repórteres mostraram um Senna diferente, pensativo olhando para o carro da Williams e talvez até reflexivo pelo acidente ocorrido um dia antes com o piloto Roland Ratzenberger.
Ayrton então foi para a corrida com uma expressão triste e na sétima volta Senna entrou na curva Tamburello no circuito de Ímola na Ítalia, de onde não saiu com vida. Ali, Senna bateu contra o muro de concreto e o mundo viu o ídolo das pistas de uma forma que ninguém jamais gostaria de ter visto.
Senna imóvel no carro esperando por socorro, a equipe médica chegou para socorrê-lo, mas o Campeão não tinha mais chances. Galvão Bueno narrando o acidente foi algo doloroso para todos os brasileiros que se viram diante de um fato que jamais queriam ver.
Na época o jornalista Roberto Cabrini estava na Rede Globo e deu a notícia a todos nós:
E a partir disso muita tristeza para o povo brasileiro. choros, lágrimas e nenhum conforto para o coração das pessoas que o idolatravam pelas alegrias que Senna proporcionava para o Brasil.
AYRTON SENNA DO BRASIL PARA SEMPRE EM NOSSOS CORAÇÕES!!
Quanta saudade! Uma época onde realmente esse esporte foi valorizado por nós brasileiros e um piloto do Brasil teve o reconhecimento merecido. Tudo bem que tiveram outros pilotos que se destacaram, mas como Senna, nenhum outro no país.
Ayrton era de fato um ser humano diferente, eu era criança naquela época, mas gostava demais que vê-lo nas entrevistas, o vi no programa da Xuxa e em outros e tinha sempre a sensação de que ele era uma pessoa "espiritualmente" rara!
Nos domingos de manhã meu pai acordava cedo para assistir a corrida e a gente quase nunca prestava atenção no que estava acontecendo, mas bastava tocar o Tema da Vitória que a gente saía correndo de onde estivesse para gritar junto...."Ayrton Senna do Brasil"!
Quando Senna perdia não tinha muita graça, mas se ele estava no pódio a festa também estava garantida.
O "Rei da Chuva" como ficou conhecido pelas vitórias conquistadas nos dias chuvosos era um mito do esporte automobilístico mundial e se transformava quando vestia seu macacão e entrava no carro, onde parecia um ser um só, onde ele e a máquina se misturavam e faziam sem medo, manobras inacreditáveis para vencer os adversários. Uma história de sucesso que inclui 41 vitórias, 65 pole positions e 3 campeonatos mundiais na Fórmula 1.
Difícil falar do Senna e não sentir emoção e mais difícil ainda é ver algumas corridas, algumas homenagens e conseguir segurar o choro. Ayrton foi e é um Ídolo Inesquecível. Para a geração que o viu correr, o conheceu como o herói das pistas, ele sempre será imortal!!
No dia de sua morte em 1º de maio de 1994 eu estava assistindo e desde o início nos bastidores da corrida os repórteres mostraram um Senna diferente, pensativo olhando para o carro da Williams e talvez até reflexivo pelo acidente ocorrido um dia antes com o piloto Roland Ratzenberger.
Ayrton então foi para a corrida com uma expressão triste e na sétima volta Senna entrou na curva Tamburello no circuito de Ímola na Ítalia, de onde não saiu com vida. Ali, Senna bateu contra o muro de concreto e o mundo viu o ídolo das pistas de uma forma que ninguém jamais gostaria de ter visto.
Senna imóvel no carro esperando por socorro, a equipe médica chegou para socorrê-lo, mas o Campeão não tinha mais chances. Galvão Bueno narrando o acidente foi algo doloroso para todos os brasileiros que se viram diante de um fato que jamais queriam ver.
Na época o jornalista Roberto Cabrini estava na Rede Globo e deu a notícia a todos nós:
| "Morreu Ayrton Senna da Silva... Uma notícia que a gente nunca gostaria de dar." |
E pra gente relembrar, um vídeo de uma das vitórias mais marcantes do Senna! Emocionante!!
AYRTON SENNA DO BRASIL PARA SEMPRE EM NOSSOS CORAÇÕES!!
AYRTON SENNA ETERNO!!!
terça-feira, 28 de abril de 2015
O Sonho se Tornando Realidade
O sonho da faculdade sempre foi algo que busquei muito, mas
consegui vencer todos os obstáculos em 2014, quando resolvi encarar o
vestibular e levar a sério o sonho de estudar.
Fiz provas em várias Universidades por vários anos, inclusive no Isca em 2000, mas
apenas em janeiro de 2014 é que resolvi encarar o desafio de voltar pra sala de
aula após tanto tempo.
Sempre dei prioridade à família, principalmente minha filha
e quando ela fez 17 anos me olhei no espelho e disse pra mim mesma, “a hora é
agora”, me inscrevi no site e fiz a prova, passei e me matriculei. A partir daí
a emoção tomou conta, eu já era uma universitária e tudo mudaria a partir de
então. E foi o que aconteceu.
Quando se quer estudar é preciso ter foco, força de vontade
e sede de conhecimento, o caminhar não é fácil. No primeiro dia de aula estava
nervosa com o que ia acontecer, afinal, resolvi voltar pra sala de aula aos 33
anos de idade, o que me rende bons frutos, pois mais madura, sei exatamente o
que quero para o meu futuro.
Ser jornalista sempre esteve nos planos pela profissão, pois
radialista e apresentadora de tv precisa ter um diploma e conhecimento máximo
de tudo, ou, quase tudo. Enquanto eu me preparava em todos esses anos para vir
para a faculdade eu buscava outras formas de aperfeiçoar minhas habilidades
jornalísticas e nessa época também caiu a obrigatoriedade do diploma para
jornalista. Mas mesmo assim, não desisti. Seria jornalista com diploma quando
desse. E deu!
Primeiro dia de aula, encontrei uma sala gigantesca com
alunos misturados entre as disciplinas de Jornalismo e Publicidade, todo mundo
nervoso, uma cara de medo e receio, até porque nem tínhamos a certeza se teria
ou não o famoso trote. O primeiro professor que conhecemos foi o Renato
Fabregat, a aula dele era sobre Editoração Eletrônica. Começaram as
apresentações e pasmem que quando me apresentei um monte de colegas já me
conheciam pela rádio e pela tv, e a vergonha foi maior ainda quando eles
bateram pra mim quando terminei. Depois disso, sucessivamente um por um começou
a falar, a contar um pouco de si, e os grupos por afinidade foram se formando.
E dentre esses grupos formamos o Bonde das Maravilhas com 4
alunos de jornalismo, eu, Giovanna, Ananda e Christoffer e 1 de Publicidade que era a Luana. Por nos
identificarmos, ficamos juntos e fazíamos todos os trabalhos juntos.
Eu sempre
sentei na frente nas escolas e na facul não é diferente. E assim o grupo se
juntou todo comigo na frente da sala, colado com os professores. Eu estava
radiante, um sonho estava apenas começando, muitos desafios estavam por vir eu
sabia, mas a vontade de vencer e a garra de obter o conhecimento, crescia.
Então começa pra valer o primeiro semestre de jornalismo, trabalhos, estudos,
vídeos, slides, livros e novidades o tempo todo. No
final do semestre o Chris parou, mas as 4 borralheiras permaneceram. Enfim
terminamos 2014 cheias de energia para esperar o 2º ano da faculdade.
Neste
segundo ano que começou em março Luana não voltou mas permanecemos eu, Ananda e
a Giovanna e seguimos assim até então. Em 2015 algumas coisas mudaram: houve a
separação da turma de Publicidade e Propaganda em quatro dos cinco dias da
semana, nós aprendemos outras matérias e aprendemos também a ficar mais
críticos com o que escrevemos e fazemos. Tudo novo de novo, mas perfeito e bom que
só.
Uma das coisas que eu mais gosto no meu dia é vir para a
faculdade aqui me realizo, aprendo, busco meu futuro com bases profundas e
únicas de conhecimento e vou me aperfeiçoando para ser uma das melhores
jornalistas da minha época. Talvez se eu tivesse estudado nos anos 2000 quando
prestei meu primeiro vestibular nem curtisse tanto e nem estivesse madura ao
ponto de querer mais e mais conhecimento. A cada novo dia é uma surpresa da
escola, um assunto novo, um capítulo diferente na matéria que nos leva a
acreditar que podemos fazer o futuro do jornalismo muito melhor do que já está.
Nesse ano, eu e as meninas sentimos um pouco de dificuldade
para engrenarmos nas matérias, pois celular é algo que atrapalha e muito em
sala de aula. E elas agora usam um app chamado SnapChat eu não sei o que é
isso, mas elas não saem dessa coisa. Eu pego no pé delas, fico brava, afinal me
sinto de certa forma responsável por elas. Não só pela idade que tenho que elas
poderiam ser minhas filhas, mas pela experiência profissional e pelo
conhecimento do mercado que escolhemos trabalhar, onde sei que o melhor se
destaca sempre. E nós, precisamos ser as melhores. Quero isso pra mim e pra
elas também e para toda a turma da sala, pois cada um na sua área há de se ter
um lugar ao sol.
E dentro do que me propus, estou seguindo o caminho
estudando, lutando e absorvendo toda sabedoria que chega até mim. Vou alçando
voos, realizando a cada dia essa vontade de ser uma “Jornalista Formada”. Com
as meninas que tem idade para serem minhas filhas (e são mesmo), vou
aprendendo, sonhando e realizando esse que sempre foi o meu sonho. Me sinto
orgulhosa por minha caminhada e por ter tomado a decisão de voltar à sala de
aula aos 30 e poucos, pois essa é a minha melhor fase. Fase essa onde posso
expor o que penso, dizer o que quero sem ter medo de errar, posso perguntar sem
ter vergonha, pois o futuro não me permitirá erros e eu não estou aqui
(estudando tanto), para cometê-los depois de formada.
E esse blog Divas & Finas foi criado na matéria
Multimídia do professor Renato Frigo que nos incentiva a buscar e falar sobre
jornalismo no blog para que no futuro possamos usá-lo para termos audiência e
fazermos o nosso nome como jornalistas. Eu já tinha um outro blog chamado OMundo de Débby, onde escrevi pouco e somente mensagens de auto ajuda e coisas
que eu gosto. Mas esse é o meu futuro.
Matérias em vídeos serão postadas, textos sobre diversos assuntos e muitas
outras coisas estão vir. E a minha trilha sonora para descrever a minha vida universitária é essa: Happy - Pharrel Willianms, porque eu sou FELIZ aqui!!!!
E você, Volte Sempre!!!
Veja também os blogs dos meus amigos de sala:
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