sexta-feira, 27 de março de 2015

AUDIÊNCIA A QUALQUER CUSTO



Audiência de fato é tudo. Todos querem e buscam o tempo todo: fama, popularidade e dinheiro. Imprevisível mesmo é saber o que vai dar certo, o que vai virar moda e o que irá alcançar o sucesso.

Pessoas trabalham de forma íntegra, séria e compromissada e por anos a fio, não encontram um número volumoso de visualizações em seus posts. Já em outras situações, pessoas que nem imaginavam, ganham notoriedade de uma forma forte e involuntária.

A receita do sucesso nem sempre funciona para todos, na realidade o segredo está em não desistir, pois do sucesso virtual, chega o sucesso real e assim, pessoas começam a ter uma preocupação maior com os indivíduos que curtem os seus trabalhos. Existindo assim, um cuidado em permanecer com os mesmos números de acesso/audiência/visualização que os levaram a ter grandes proporções.

Óbvio que nem tudo que está na Rede agrada, sabendo disso, é que a competitividade cresce e as pessoas usam meios de personalizar e chamar a atenção do telespectador com efeitos visuais para que nada se perca, e o tempo é algo de extrema importância, pois ninguém fica mais de cinco minutos assistindo algo que não seja do interesse.

E com a internet sendo cada vez mais nossa aliada, podemos dizer que nós enquanto comunicadores ganhamos e muito com esse meio de comunicação gigantesco. Podendo assim, divulgar o nosso trabalho e contar com uma audiência imediata, que nos dá respostas quase que instantaneamente, se o trabalho está sendo bom ou não. Caso a negativa seja maior, podemos e temos a chance de reverter a situação a cada nova postagem.

Mas, é preciso ter cuidado, pois quando todos podem “ser jornalistas” muitos assuntos são divulgados sem nenhum tipo de coerência e sem credibilidade, o que de certa forma acaba sendo perigoso.

E no momento, com a lição do vídeo, ficam as formas diversas para se alcançar a audiência. É preciso tê-la, a qualquer custo, de um jeito ou de outro. Principalmente agora em que dinheiro está escasso, a internet se torna uma nova fonte de renda para quem sabe usá-la e faz dela, uma ferramenta para alcançar uma audiência muito maior do que vários canais de grandes redes de televisão, sonharam ou conseguiram ter.


E logo mais, os canais do Youtube estarão na briga com as tevês pelos grandes números do Ibope. Isso é fato e os profissionais precisam aprender o quanto antes que o sucesso, o conteúdo e a popularidade vai depender cada vez mais dos internautas. 

A Realidade na Inversão dos Valores




De acordo com o vídeo, acredito plenamente que no jornalismo atual, veracidade e comprometimento são situações ilusórias. Em alguns casos pode-se até tentar, mas fazer um jornalismo de qualidade, mantendo o compromisso que é de direito com a sociedade dependendo de parceiros que sejam anunciantes fortes, fica impossível agir de forma íntegra.

Não há maneira de se investigar a fundo quem investe em sua mídia. Grandes anunciantes empregam fortunas nas maiores redes de comunicação do país, para não serem mostradas a fundo, e apostam nisso, para que tudo seja de médio interesse por parte da grande massa.

Automaticamente o papel de “fiscal” da população que é a verdadeira função do jornalista sério, fica em segundo plano.  E o pior disso tudo é que os cidadãos não procuram saber de fato o real motivo dessa ou daquela reportagem. Indivíduos ficam com a mentalidade fixa de que tudo o que se vê, lê e ouve é o correto; e nós enquanto comunicadores, sabemos que não funciona dessa forma.

Assim, notícias, publicidades e a comunicação são feitas para “manipular” ouvintes, telespectadores e leitores. Muitas ou quase todas as vezes, a sociedade nem imagina que existe uma seleção de escolha para todo e qualquer tipo de produção comunicacional. Alguns indivíduos até desconfiam, mas deixam a esmo essa dúvida.  Hoje em dia, boa parte da população se mantém informada através das redes sociais. Ao meu ver, na mesma proporção que isso é bom, pode ser extremamente perigoso, pois qualquer pessoa fica livre para escrever e expor o que bem entender, as vezes sem credibilidade, objetividade e veracidade.

A agilidade que as redes sociais trouxeram para a divulgação da notícia é algo inexplicavelmente, inexplicável. Todo mundo sabe de tudo ao mesmo tempo e interpreta do jeito que prefere.  Com isso, existem circunstâncias em que o furo jornalístico se perde. Em muitos momentos a informação é divulgada de forma errônea sem apuração dos fatos e isso não condiz com o jornalismo sério.

Infelizmente no Brasil, as leis não são cumpridas de acordo com a sua funcionalidade. Por esse motivo, imparcialidade e credibilidade estão longe do jornalismo contemporâneo. Impraticável ter grandes veículos de comunicação sendo comandados por políticos, e ter denúncias e notícias dos mesmos sendo divulgadas na própria empresa. É conciso dizer que, algumas redes praticam o jornalismo “bate e apanha” de forma mais aprazível aos olhos de quem não entende, pois eles pegam o dinheiro de grandes grupos envolvidos em situações de conflitos e usam isso em favor do anunciante e em desfavor de quem precisa se informar.

Novamente, um caso claro desse é o da Petrobras, que está passando por investigação e mesmo assim não para de anunciar que está tudo perfeito. Uma estratégia grosseira de dizer que tudo está indo bem quando não está. E mesmo as redes divulgando tudo a respeito sobre o assunto, percebe-se perfeitamente que nada é divulgado a fundo sobre a questão. E uma outra situação, é a dos políticos citados no vídeo, Roseana Sarney e o Fernando Collor de Mello que estão sendo investigados na operação Lava Jato da Polícia Federal e são donos de grandes redes no Norte e Nordeste do país, onde provavelmente, não serão divulgadas notícias sobre os envolvidos.

Acredito que haverá daqui em diante, formas diferentes de se criar o jornalismo verdade através da web, pois todos somos um pouco de fiscais da grande massa. Sendo assim, a informação pelas redes sociais está forte e ganhando mais adeptos, porém estão todos sujeitos a serem divulgados de forma inconveniente. Seja por um estacionamento em vaga proibida, uma atitude não condizente ou qualquer outra causa.

Deve-se então procurar novos modos de se produzir a notícia com imparcialidade e credibilidade, usando a internet como maior aliada, pois assim como o Bruno Figueiredo, eu também acredito que o futuro da nossa profissão está em nossas mãos, cabendo a nós escolher sermos ótimos ou péssimos profissionais.


Verba Publicitária Dita os Rumos do Novo Jornalismo



Com base no vídeo assistido, acredito que o futuro do jornalismo dependerá somente de profissionais que estejam focados e consigam exercer a multifuncionalidade. Talvez assim, jornais impressos diminuam seus exemplares para menos da metade e concentrem suas matérias apenas para web, obtendo assim, um maior número de likes, acessos e compartilhamentos de conteúdo da página.

Diferencial é a palavra de ordem para os futuros jornalistas, pois audiência é algo que está se perdendo a cada momento na mídia impressa, radiofônica e televisiva, mesmo que essa última, ainda tenha a grande massa da população por seguidora. Porém, a web vem tomando conta e trazendo consigo formas inovadoras de se reescrever o jornalismo atual. E fazer crescer a audiência nessa nova fórmula de “criar” o jornalismo diário, é que está o X da questão, pois não basta ser bom, você precisa se manter conectado a tudo e a todos os meios, para que se possa segurar e manter bons índices.

Cada vez mais os jornalistas precisam focar em escrever matérias menores com lead’s completos, pois a leitura para sites e impressos tem basicamente o mesmo tempo e quase que, a mesma importância, com ressalva de que se o assunto for mais crítico e polêmico, irá gerar uma maior procura e com isso, o conteúdo deverá ser mais explorado e discutido de forma que o leitor possa compreender o fato com clareza.

É fato que cada profissional se identifica com um determinado veículo de comunicação pelo modo de abordagem nas matérias, pelo estilo de comunicabilidade e principalmente pelas escolhas políticas e públicas. A complexidade atual, trouxe agilidade e seletividade para o tempo determinado em leituras diárias de reportagem impressa, o que nos faz cruzar e buscar incessantemente informações pelas redes sociais e pela web.

Sabemos que de uma forma geral, todas as mídias carecem de recursos para se manter. E necessariamente essa condição financeira vem atrelada à questão jornalística, ficando claro, que cada vez mais os veículos de comunicação dependem de recursos federais, estaduais e municipais para continuar mantendo a estrutura funcional do jornal, da tv e do rádio. Exemplos óbvios de recursos federais são as constantes publicidades da Petrobrás, Caixa Econômica Federal, Pronatec e outros, e de recursos estaduais podemos falar de Bom Prato, Fatec, Poupa Tempo etc, que estão presentes diariamente em grandes redes midiáticas.

Atualmente o aporte publicitário nem sempre é suficiente para manter uma boa equipe de jornalismo, e aí é que está o risco; se a empresa recebe subvenções do Governo, como pode apurar uma notícia que envolva o “parceiro” com imparcialidade? Sendo assim, o jornalismo está em transformação constante e correndo grandes riscos, pois a mídia precisa do dinheiro e não pode apurar a fundo uma notícia, e nesse caso, entende-se que o importante é dar a informação. Um exemplo disso, é a Petrobrás que neste momento mantém uma intensa campanha publicitária nas grandes mídias com o objetivo de macular a real situação da empresa que está sob investigação da Polícia Federal. Com isso, percebe-se claramente que os fatos não são investigados e noticiados da forma que deveriam ser.


terça-feira, 24 de março de 2015

Imagem é Tudo!!

Bem Vindos!!!! 

Dentro do conceito "Imagem é Tudo" neste blog falaremos sobre os assuntos que revelam o Universo Feminino. Beleza, Saúde, Moda, Dinheiro, Fé, Amor, Alegria e Consumismo!!
Você saberá como nós mulheres em todos os dias, nos tornamos Super Heroínas. 

Boa noite galera!!
beijinhos da Débby